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O I Curso de Operador Taser é
ministrado pelo Major da PM Juarez Giffoni
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Começou nesta quarta-feira 9 de maio e vai até a próxima sexta-feira
(11), no auditório do 12º Batalhão da Polícia Militar de Camaçari, o I Curso de
Operador Taser (arma de choque), ministrado pelo Major da PM Juarez Giffoni. O
curso que é parte do projeto de requalificação da tropa, é voltado para
policiais militares que trabalham no serviço operacional da unidade, buscando
instrumentalizar e prepará-los, dentro da técnica internacional de manuseio de
Pistolas Taser, para a perfeita utilização deste instrumento de “baixa letalidade”.
De acordo com o Major Giffone, a utilização da pistola não é em
substituição a arma de fogo, porém, é mais um instrumento de uso policial, que
deve ser usado em situações específicas, onde se exija o uso da força moderada
e da imobilização.
Atualmente, a utilização da Taser tem sido bastante difundida em diversos países, como mais um instrumento de apóio à segurança pública, contudo o seu uso vem sendo questionado e despertado desconfiança. Segundo um estudo realizado pela Anistia Internacional, somente entre o ano de 2001 á agosto de 2008, nos Estados Unidos, 334 pessoas morreram após serem atingidas por Taser. Fonte CFF
Recentemente mais um caso ganhou espaço na mídia mundial, em 18 de março deste ano, quando o estudante brasileiro, Roberto Laudisio Curti de 21 anos, morreu em Sydney na Austrália, vítima de um disparo de uma dessas armas. No Brasil, o gerente de uma empresa de transporte, Carlos Barbosa Meldola, 33 anos, também morreu em Florianópolis (SC), na madrugada de 27 de março, ao ser atingido por um choque elétrico de uma pistola Taser, disparado por um policial.
Apesar da “baixa letalidade”, o mau uso deste instrumento pode levar a óbito pessoas com problemas cardíacos e portadoras de marcapasso, no entanto não quer dizer que pessoas saudáveis não corram risco de morte ao serem atingidas.
A Taser na Bahia
Hoje, com vistas à impedir problemas semelhantes, segundo oficiais militares, a PM baiana possui oito instrutores que foram treinados em Brasília no ano de 2010 e 380 Taser, todas oriundas da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).
Atualmente, a utilização da Taser tem sido bastante difundida em diversos países, como mais um instrumento de apóio à segurança pública, contudo o seu uso vem sendo questionado e despertado desconfiança. Segundo um estudo realizado pela Anistia Internacional, somente entre o ano de 2001 á agosto de 2008, nos Estados Unidos, 334 pessoas morreram após serem atingidas por Taser. Fonte CFF
Recentemente mais um caso ganhou espaço na mídia mundial, em 18 de março deste ano, quando o estudante brasileiro, Roberto Laudisio Curti de 21 anos, morreu em Sydney na Austrália, vítima de um disparo de uma dessas armas. No Brasil, o gerente de uma empresa de transporte, Carlos Barbosa Meldola, 33 anos, também morreu em Florianópolis (SC), na madrugada de 27 de março, ao ser atingido por um choque elétrico de uma pistola Taser, disparado por um policial.
Apesar da “baixa letalidade”, o mau uso deste instrumento pode levar a óbito pessoas com problemas cardíacos e portadoras de marcapasso, no entanto não quer dizer que pessoas saudáveis não corram risco de morte ao serem atingidas.
A Taser na Bahia
Hoje, com vistas à impedir problemas semelhantes, segundo oficiais militares, a PM baiana possui oito instrutores que foram treinados em Brasília no ano de 2010 e 380 Taser, todas oriundas da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).
