Jogos
de Londres são um marco para a apresentadora Mylena Ciribelli, que foi
incentivada em casa a gostar de esportes. As vésperas da viagem a Londres, de onde vai
apresentar sua primeira Olimpíada ao vivo in loco a partir desta sexta-feira,
27, Mylena Ciribelli
(47) se reuniu com a família na casa do clã em Niterói, RJ. Entre desejos de
sucesso para a âncora do
Esporte Fantástico, da Record, eles relembraram sua última viagem à
Inglaterra, em maio, quando Mylena participou do revezamento da tocha olímpica. “Foi uma honra e uma emoção
incríveis estar ali representando o Brasil e tudo de bom que o evento
significa”, contou ao lado dos pais, Myrna (72) e Jomar
Ciribelli (83), do irmão, o músico Marvio Ciribelli (52),
e do filho, Theo
(13), da união com Thales
Pedroso (52), de quem está separada há oito anos. E foi o pai o
grande incentivador da paixão da jornalista, que começou em programas musicais
de rádio e TV, pelas atividades físicas. Seu Jomar era atleta, corria 100m e
4X100m. “O esporte sempre
foi um hobby levado a sério por mim, até casar. Consegui ensinar Mylena a
nadar. Não pensei que fosse enveredar por essa área, mas fiquei feliz”,
disse ele.
–
Que esporte você praticava quando era pequena?
–
Na verdade, quando eu e meu irmão éramos menores, jogávamos vôlei e futebol.
Meu pai sempre me colocava de goleira e dizia que era para eu não me machucar.
Foi ele que, além de nadar, me ensinou os fundamentos do vôlei.
– E
agora, permanece praticando alguma modalidade?
–
Malho um pouco e estou com a vontade de aprender a correr, mas como nunca
gostei muito, tem que ser bem devagar. Já tentei jogar tênis há um tempo, mas
meu pai disse que eu não podia sem fazer musculação antes, porque é necessário
ter mais compleição física.
–
Seu pai é bem cuidadoso. E como você cria o Theo?
–
Converso bastante com meu filho. Mas agora é adolescente, tudo está em
revolução dentro dele. Então, tento me pôr no lugar do Theo para entender suas
reações, saber como eu era nessa idade. Às vezes, pergunto para minha mãe: “Eu
era assim?” Ela diz que não...
–
Antes de esporte, você apresentava programa de música. Qual sua ligação com a
arte?
–
Faço aula de canto. Na emissora, temos uma fonoaudióloga que sempre dá dicas
sobre como cuidar da voz, uma delas é fazer gargarejo de água morna com bicarbonato
de sódio. Adoro cantar. Tem dias que saio de São Paulo, onde gravo o Esporte
Fantástico, pego o avião para o Rio e dou canja nos shows do meu irmão, Marvio.
– E
sua vida afetiva vai tão bem quanto a profissional?
–
Tenho um ‘namorido’ há cinco anos, Luiz Nigri. Ele é comerciante e tem dois
filhos que moram nos Estados Unidos. Luiz aceita bem minha função, admira, acha
fantástico eu atuar com esporte. Digamos que sou boa companheira para falar de
futebol. (risos)
