SAIBA OS ERROS DE PORTUGUÊS QUE PODEM TE DERRUBAR EM UMA ENTREVISTA DE EMPREGO

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Perceber alguém mandando mal no português é desagradável em muitas situações do cotidiano, ainda mais durante uma entrevista de emprego. Todo empregador fica bem atento a qualquer deslize no vocabulário dos candidatos a uma vaga, por menor que sejam as falhas. Por isto, é indispensável caprichar no discurso para provar ao seu futuro chefe que você, além de ser um bom profissional, também sabe respeitar a gramática do português. O domínio da língua valoriza as suas competências e garante uma impressão de credibilidade por parte do empregador. Então, não vacile e se policie desde já! Confira abaixo alguns exemplos clássicos de erros de português que as pessoas costumam cometer.
VERBO "HAVER" E "FAZER". - Quando usado no sentido de existir, o verbo "haver" permanece no singular em qualquer contexto. Por exemplo, "Houveram muitas questões" está errado. O correto seria "Houve muitas questões". O verbo "fazer", quando ele indica tempo decorrido, também funciona da mesma maneira. Sendo assim, "Fazem dois anos" está errado. Nesse caso, o certo seria "Faz dois anos".
MEIA E menos. - A palavra "meio" não tem flexibilidade quando aplicada para ressaltar a intensidade de alguma coisa. Diante disso, "Joana estava meia desanimada" não é correto. A construção adequada da frase seria "Joana estava meio desanimada", sem relacionar o gênero. O "menas" que a gente também tanto escuta falar é errado. O correto será sempre "menos". "Patrícia usa MENOS roupa que Adriana", por exemplo, está certo.
SEGUE ANEXO. - Ao enviar qualquer material por e-mail, você precisa escrever "segue em anexo", e não "segue anexo", já que nesse caso se faz necessário dizer o modo como o conteúdo está sendo enviado.
SEJE E ESTEJE. - O subjuntivo dos verbos "ser e "estar" são "seja" e "esteja". Não existe outra possibilidade. Portanto, afaste de uma vez o uso incorreto do "seje" e "esteje".

MIM FAZER. - "Mim não faz nada". Sendo erro muito comum ainda, o "mim" só pode aparecer depois de uma preposição. Exemplo: "Fizeram para mim um bolo". Se você quiser indicar a possibilidade de uma ação, diga "para eu fazer", jamais "para mim fazer".