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SE LIGUE!!!!!
Perceber alguém mandando mal no
português é desagradável em muitas situações do cotidiano, ainda mais durante
uma entrevista de emprego. Todo empregador fica bem atento a qualquer deslize
no vocabulário dos candidatos a uma vaga, por menor que sejam as falhas. Por
isto, é indispensável caprichar no discurso para provar ao seu futuro chefe que
você, além de ser um bom profissional, também sabe respeitar a gramática do
português. O domínio da língua valoriza as suas competências e garante uma
impressão de credibilidade por parte do empregador. Então, não vacile e se
policie desde já! Confira abaixo alguns exemplos clássicos de erros de
português que as pessoas costumam cometer.
VERBO
"HAVER" E "FAZER". - Quando
usado no sentido de existir, o verbo "haver" permanece no singular em
qualquer contexto. Por exemplo, "Houveram muitas questões" está
errado. O correto seria "Houve muitas questões". O verbo
"fazer", quando ele indica tempo decorrido, também funciona da mesma
maneira. Sendo assim, "Fazem dois anos" está errado. Nesse caso, o
certo seria "Faz dois anos".
MEIA E menos.
- A palavra "meio" não tem flexibilidade
quando aplicada para ressaltar a intensidade de alguma coisa. Diante disso,
"Joana estava meia desanimada" não é correto. A construção adequada
da frase seria "Joana estava meio desanimada", sem relacionar o
gênero. O "menas" que a gente também tanto escuta falar é errado. O
correto será sempre "menos". "Patrícia usa MENOS roupa que
Adriana", por exemplo, está certo.
SEGUE
ANEXO. - Ao enviar qualquer material por
e-mail, você precisa escrever "segue em anexo", e não "segue
anexo", já que nesse caso se faz necessário dizer o modo como o conteúdo
está sendo enviado.
SEJE E
ESTEJE. - O subjuntivo dos verbos "ser
e "estar" são "seja" e "esteja". Não existe outra
possibilidade. Portanto, afaste de uma vez o uso incorreto do "seje"
e "esteje".
MIM
FAZER. - "Mim não faz nada".
Sendo erro muito comum ainda, o "mim" só pode aparecer depois de uma
preposição. Exemplo: "Fizeram para mim um bolo". Se você quiser
indicar a possibilidade de uma ação, diga "para eu fazer", jamais
"para mim fazer".





































